Log Shipping em Tempos de Streaming: o velho monge do WAL ainda tem razão
Emanuel Carneiro
Timbira
Quando log shipping ainda faz sentido no PostgreSQL moderno: DR, PITR, ambientes isolados e simplicidade operacional.
Streaming replication virou o caminho feliz para replicação nativa no PostgreSQL de hoje. É rápida, elegante e parece resolver tudo. Mas, como quase toda certeza em infraestrutura, ela começa a
ficar menos absoluta quando entram cenários não observados como: redes instáveis, requisitos de recuperação, ambientes isolados, retenção de WAL, auditoria, RPO, RTO e aquele restore que ninguém testou porque
“em produção funciona”.
Esta palestra revisita o log shipping com uma certa nostalgia mas sem romantizar as coisas. A ideia principal é mostrar onde ele ainda se encaixa em arquiteturas atuais, especialmente como estratégia de disaster
recovery, base para PITR, mecanismo de cópia assíncrona para locais remotos, fallback de replicação e solução simples para cenários onde manter uma conexão streaming permanente não é
possível ou não é desejável.
Vamos comparar de forma sutil, streaming replication e log shipping na prática e também discutir alguns pontos como archive_mode, archive_command, restore_command, archive_timeout, retenção de WAL, slots, perda de arquivos, testes de restore e o abismo filosófico entre “tenho backup” e “já restaurei hoje”.
No fim, a proposta é responder uma pergunta simples: em tempos de streaming, log shipping ainda é legado ou é uma forma discreta de maturidade operacional?
Log Shipping em Tempos de Streaming: o velho monge do WAL ainda tem razão
Emanuel Carneiro
Timbira
Quando log shipping ainda faz sentido no PostgreSQL moderno: DR, PITR, ambientes isolados e simplicidade operacional.
Streaming replication virou o caminho feliz para replicação nativa no PostgreSQL de hoje. É rápida, elegante e parece resolver tudo. Mas, como quase toda certeza em infraestrutura, ela começa a
ficar menos absoluta quando entram cenários não observados como: redes instáveis, requisitos de recuperação, ambientes isolados, retenção de WAL, auditoria, RPO, RTO e aquele restore que ninguém testou porque
“em produção funciona”.
Esta palestra revisita o log shipping com uma certa nostalgia mas sem romantizar as coisas. A ideia principal é mostrar onde ele ainda se encaixa em arquiteturas atuais, especialmente como estratégia de disaster
recovery, base para PITR, mecanismo de cópia assíncrona para locais remotos, fallback de replicação e solução simples para cenários onde manter uma conexão streaming permanente não é
possível ou não é desejável.
Vamos comparar de forma sutil, streaming replication e log shipping na prática e também discutir alguns pontos como archive_mode, archive_command, restore_command, archive_timeout, retenção de WAL, slots, perda de arquivos, testes de restore e o abismo filosófico entre “tenho backup” e “já restaurei hoje”.
No fim, a proposta é responder uma pergunta simples: em tempos de streaming, log shipping ainda é legado ou é uma forma discreta de maturidade operacional?